Impulsionados
pela sociedade e pelas religiões, somos treinados a confiar uns
nos outros. É ímprobo para natureza humana fiar-se a ideia de que
podemos ser enganados, pelo menos até que se tenha algum testemunho
concreto dos fatos.
O
uso cada dia mais espalhado das tecnologias e dos sistemas
informatizados ligados a rede é uma realidade determinante. É
infinita a quantidade de conteúdos digitais e informações que
trocamos diariamente com os mais diversos lugares e pessoas do
mundo. Não
se pode fechar os olhos para a realidade de que todo crescimento tecnológico é
muito benéfico do ponto de vista evolutivo. Mas por outro lado, não
podemos suprimir a veracidade preocupante que esses conteúdos, se
não muito bem protegidos podem causar danos irreparáveis.
Não
da para imaginar como o mundo seria sem a tecnologia. A nova
geração vive um mundo digital onde ter que levantar do sofá para
fazer qualquer coisa que possa ser feita pela internet, é considerada uma
espantosa perda de tempo e retrocesso. Tanto progresso, exige
maneiras cautelosas de lhe dar com a informação, considerada nos dias atuais,
uma fonte de riqueza inesgotável.
No
que abrange a segurança de dados negociais, a segurança da
informação também tem o papel de garantir a continuidade dos
negócios de uma empresa ou organização, de forma que minimize os
dados e maximize o retorno dos investimentos e as oportunidades de
atuação.
Embora
a conveniência por se fazer segurança seja altamente criteriosa e
relevante, sua fase atual assiste a um panorama pessimista.
Impreterivelmente, a grande massa da população acredita que ainda
existe a possibilidade de se ter qualquer coisa vagamente parecida
com vida privada em plena era da informação e espionagem, ignorando
assim o que a literatura de segurança a informação aplica.
As
constantes ameaças realizadas por crackers mal intencionados e por
empresas interessadas em obter informações pessoais e empresariais
em beneficio próprio tem crescido excessivamente. O perigo se inicia
quando inserimos e permitimos o acesso espontâneo dos nossos dados
pessoais aos muitos serviços de internet espalhados por ai. Ou
mesmo, quando não protegemos adequadamente nossas informações nas
redes.
Quando
falamos em segurança, não podemos deixar de lembrar que essa deve
envolver os aspectos principais para atender os objetivos propostos:
pessoas, processos e tecnologia. Não basta simplesmente preparar
todo o ambiente com ferramentas de última geração ou mesmo inserir
processos burocráticos se não houver uma conscientização assídua
das pessoas envolvidas. O elo mais fraco dessa corrente é sempre o
humano.
A
escala de preocupações que envolve o âmbito das informações no
cenário tecnológico é demasiadamente larga. Os prejuízos
provocados pelo mundo do cibercrime na vida de uma pessoa, na
economia de uma empresa, ou de um país são custosamente
irrecuperáveis. É preciso atear-se para os perigos que uma
informação mal protegida podem causar. Também há a
necessidade de conscientização sobre o que essas ameaças podem
fomentar dentro das empresas e na nossa vida pessoal.
Não existe infraestrutura de segurança da informação que venha garantir cem por cento de proteção, pois as falhas sempre existirão, remotas ou não. Contudo, as empresas devem estar preparadas para reconhecer, analisar e responder aos incidentes de segurança o mais rápido possível, amenizando assim, os estragos e diminuindo os custos e reparos.
Não existe infraestrutura de segurança da informação que venha garantir cem por cento de proteção, pois as falhas sempre existirão, remotas ou não. Contudo, as empresas devem estar preparadas para reconhecer, analisar e responder aos incidentes de segurança o mais rápido possível, amenizando assim, os estragos e diminuindo os custos e reparos.
Como
dizem por ai, “a
melhor maneira de resolver um problema é evitá-lo.” A
segurança da informação também parte desse preceito.
No entanto a questão da prevenção nas empresas é uma tarefa nada
fácil, pois a
maioria não
dá a devida atenção para essa questão.
Concentrando
seus recursos financeiros na
manutenção de sistemas e em novas tecnologias, desacreditam
que possa acontecer com elas ataques de segurança e roubo das
informações, não permitindo a destinação
de
parte desses recursos para treinamento e conscientização dos
funcionários
em combate
a engenharia social. Por isso é de extrema importância insistir, já
que esse tipo de ameaça é tão real nos dias de hoje.

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